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O COVID-19 dará início a uma nova economia conectada

Vice President
FRCH NELSON

julho 03, 2020

Nos últimos anos, os consumidores entraram num mundo movido pela experiência, movido por uma era de lojas pop-up e momentos dignos de serem fotografados.

Essas experiências começaram a ter mais valor do que os próprios produtos e serviços, o que levou à conexôes interpessoais mais superficiais e de pouca autenticidade. Pós COVID-19, as marcas verão uma rápida mudança na maneira de interagir com seus clientes, e uma nova economia vai surgir. As organizações terão que se adaptar com agilidade para ainda mais flexibilidade e transparência. 

Mesmo antes do distanciamento social, muitas marcas já estavam testando novas tecnologias e ofertas de serviço, mas os consumidores eram lentos em adotar novos comportamentos. Agora, eles estão sendo forçados a mudar. Muitos supermercados pelo mundo estão ofereçendo apenas serviço de retirada e restaurantes estão ajustando seus modelos para criar um cardápio de delivery mais robusto para satisfazer a demanda dos clientes.

Apesar de que os consumidores não serão obrigados a adotar esses comportamentos para sempre, eles estarão mais acostumados a não sair tanto de casa, e as marcas terão que se ajustar.

A economia do futuro revelará os problemas do passado, mas estará mais conectada do que nunca. Como será que essa grande transformação vai mudar nosso comportamento? As marcas estarão prontas para reagir?

Existem quatro pilares importantes que os negócios devem entender e incorporar para terem sucesso na futura economia conectada:

Experiências relevantes

Consumidores continuarão a apreciar o valor de boas experiências depois da pandemia, mas o foco vai passar para aquelas que são movidas por originalidade, sentimentos, e conexão humana. As campanhas que estiverem buscando apenas agito publicitário ou atenção momentânea nas redes vão parecer forçadas e vazias. Projetos movidos por conexão humana vão ganhar fãs mais fieis, que estarão buscando marcas que transmitam mensagens positivas, apoiem causas sociais, e que sejam leves e divertidas. Os consumidores buscarão maneiras saudáveis de celebrar pessoas, reconectar com família e amigos, e jeitos simples de alimentar a saúde mental.

Marcas que conseguirem criar otimismo em tempos de incerteza serão recompensadas por lembrar usuários de sua essência humana e habilidade de superar momentos de crise.

Expectativas de conveniência

Com todo mundo se adaptando ao distanciamento social, consumidores apostam em serviços antes vistos como luxos ocasionais. Esses serviços de conveniência envolvem delivery de supermercado, retirada em loja física, lives de exercício, consultas médicas virtuais, e até sessões de cinema D2C. Conforme os consumidores se acostumam com esse tipo de serviço mais elevado, as expectativas vão passar de inéditas à antecipadas, e as marcas deverão manter esse tipo de oferta mesmo depois da pandemia.

O varejo, restaurantes, e outros tipos de serviço precisarão continuar com a oferta de soluções flexíveis que possibilitem um distanciamento social mais prolongado e permamente, o que também envolve inovações tecnologógicas. Todas as etapas de jornadas de compra de bens de comsumo ou alimentação devem ser fluidas. Seja por pagamentos contactless, consulta virtual, ou repetir compras inteiras de supermercado com apenas um toque, a tecnologia será a chave da conveniência. 

Engajamento social responsável

Durante essa era de incertezas, as organizações devem tomar providências para informar seus clientes sobre como reajustar suas vidas pós pandemia. Os governos continuam a motivar o distanciamento, e por isso vamos vivenciar um impulso por mais conexão humana depois da crise. As marcas devem começar a prestar atenção nessa tendência desde já e implementar políticas de engajamento social responsável quando tudo isso acabar. 

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As pessoas estão se acostumando cada dia mais a se conectar com amigos virtualmente e reunir-se em grupos menores. As empresas precisarão considerar maneiras de trazer seus produtos e serviços aos consumidores sem quebrar essa nova onda de comportamento responsável e cauteloso. 

Varejistas vão reconsiderar o tamanho das lojas e criar ambientes menores e mais localizados. Tardes de compras poderão ter horário marcado, com mais foco em serviço customizado. Restaurantes repensarão grandes mesas e criarão pedidos digitalizados e outros tipos de pagamento. Lugares de grande aglomeração como shoppings e centros esportivos terão que adotar procedimentos de limpeza mais robustos e encontrar maneiras de educar e informar seus usuários sobre essas novas práticas. Soluções que permitam zero contato como portas automáticas, ativação por voz, e sensores de movimento ajudarão nos pequenos detalhes na hora de voltarmos a interagir. 

Responsabilidade legítima

Enquanto as pessoas se adaptavam ao começo do COVID-19, as organizações interagiam com seus clientes para saber como eles estavam lidando com a situação através de emails, comerciais, redes sociais, entre outros. Esse dilúvio de comuniação trouxe consigo um novo patamar de responsabilidade. Consumidores serão mais atraídos por marcas que se mostrem confiáveis e foquem no bem estar geral. 

Organizações lideradas por propósitos e campanhas nobres serão a nova tendência, sempre falando sobre o impacto da transparência e sustentabilidade num mundo pós COVID-19. As pessoas sairão dessa pandemia dotadas de uma melhor noção sobre o que realmente importa, com gastos mais coerentes que irão influenciar os produtos e serviços escolhidos por elas. As marcas que focarem na cidadania atrairão uma clientela mais leal no futuro. 

Não é difícil de perceber que o mundo está passando por um grande choque de cultura a um ritmo acelerado, o que muda o jeito que as pessoas gastam dinheiro. As marcas podem, na verdade, aprender muito com isso. Já que todo tipo de pessoa está sendo afetada pelo distanciamento, donos de negócio têm a oportunidade de observar como seus clientes reagem à mudanças e adaptar suas marcas de acordo com isso. Marcas que forem além do esperado e criarem experiências originais e humanas, praticarem um engajamento social responsável, e fazerem o que é certo ajudando suas comunidades entrarão com força na nova economia conectada.

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